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Terça-feira, 08/05/2018 - 18h27

Prefeitura de São Luís abre duas mostras como parte da exposição Ocupação Trapiche #07

'Divina Presença', de Silvana Mendes e 'Meu nome não é mãe', de Sunshine Santos, entram em cartaz nesta quinta-feira (10) e ficam abertas até o dia 15 de junho na Galeria Trapiche

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Da Redação - Agência São Luís

Um dos trabalhos da exposição ’Divina Presença’, de Silvana Mendes'Divina Presença', de Silvana Mendes e 'Meu nome não é mãe', de Sunshine Santos, são as duas mostras que entram em cartaz nesta quinta-feira (10), às 18h, como parte da exposição Ocupação Trapiche #07. O evento é promovido pela Galeria Trapiche Santo Ângelo, equipamento de cultura da Prefeitura de São Luís, localizado na Praia Grande, em frente ao Terminal de Integração. As mostras ficam abertas à visitação até o dia 15 de junho, das 14h às 19h.

"O protagonismo feminino está nas exposições que irão entrar em cartaz e nos trabalhos de mulheres ligadas à arte e cultura, que devem ser conhecidas e ouvidas. Vale destacar a Feirinha Criativa, que vai acontecer na abertura da Ocupação Trapiche #07 e mostra a força e luta de mulheres que produzem e vendem suas criações", frisa a diretora da Galeria Trapiche, Camila Grimaldi.

A abertura da Ocupação Trapiche #07 terá discotecagem de Gê Viana e ainda Feira Criativa com Lilian Avelar, Eva Braun, Street Style SLZ, Carla Souza, Glitey, Ana Aurea, Clara Vidotti, JURIBS, Era da Lua, Kaká Faria, Manjericão, Joy Brasilino, Hug.up, Maridage, Coletivo Linhas e Anulika. Além disso, haverá degustação de comida detox da empresa Casa Amora. Durante a Ocupação Trapiche #07, serão realizadas rodas de conversas e oficinas com temáticas sobre maternidade e cultura popular.

'Divina Presença' faz parte de uma investigação fotográfica que visa representar o 'não visto' da atmosfera que cerca o festejo do Divino Espírito Santo na cidade Alcântara (MA). "Na mostra, estão presentes o cortejo pelas ruas de pedra da cidade, as caixeiras dando o tom forte e marcante e a coreografia carregada de simbolismos. A proposta é que o espectador se faça a pergunta: 'Que Divina Presença é essa?'", explica a autora Silvana Mendes, que é estudante de Artes Visuais da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e cofundadora do Dis Forme Coletivo.

Imagem de Sunshine Santos, na exposição ’Meu nome não é mãe’

Em outra vertente, a exposição 'Meu nome não é mãe' faz uma crítica ao machismo e patriarcado por meio de fotografias. De acordo com a autora Sunshine Santos, que é estudante de Turismo na UFMA, o machismo minimiza a responsabilidade paterna e rouba o protagonismo feminino.

As duas mostras foram selecionadas na Chamada Pública da Galeria Trapiche realizada em março de 2018, junto a outros cinco trabalhos, que serão expostos até dezembro. Os critérios para seleção das propostas foram qualidade e contemporaneidade, relevância estética e conceitual, originalidade, e adequação ao espaço físico pretendido.

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