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Segunda-feira, 09/07/2018 - 18h02

Estimulado pela leitura na Biblioteca Municipal José Sarney garoto de dez anos escreve livro

João Fernando da Silva Sá é frequentador assíduo da biblioteca e está escrevendo um livro baseado na obra "Diário de um Banana", do autor Jeff Kinney

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Da Redação - Agência São Luís

Para estudantes como João, a Biblioteca Municipal disponibiliza um acervo para leitura e promove atividades de estímulo à escreita

João Fernando da Silva Sá, 10 anos, é um assíduo frequentador da Biblioteca Municipal José Sarney, equipamento da Prefeitura de São Luís, localizado na Rua do Correio, s/n, Bairro de Fátima. Recentemente, o estudante tornou-se também escritor e está escrevendo o livro intitulado "Diário do João Fernando da Silva Sá" baseado na obra "Diário de um Banana", do autor Jeff Kinney. Para estudantes como João, a Biblioteca Municipal, administrada pela Secretaria Municipal de Cultura (Secult), disponibiliza um acervo para leitura e realiza, ainda, atividades educativas para a comunidade.

"Fico muito feliz em saber que o João Fernando, de apenas 10 anos, está escrevendo o seu próprio livro. A Biblioteca Municipal é aberta à comunidade e está cumprindo seu papel, que é incentivar a leitura e a escrita. O João é a prova de que o investimento que fazemos em educação e cultura nesta comunidade está dando certo", afirma o secretário municipal de cultura, Marlon Botão.

O livro trata do que o pequeno João Fernando passa no dia a dia, como testes escolares, briguinhas com a irmã dele, problemas com Wi-Fi e recordes em jogos online. A obra começou a ser feita no início deste ano e já tem mais de dez páginas escritas. "Gosto muito de escrever essas coisas, é uma forma de aliviar a tensão", conta o estudante.

Nilce Sá, 36 anos, é dona de casa e mãe do João Fernando e da Milena, de 9 anos. Ela revela que os filhos gostam muito de ler e que isso é bom porque amplia a visão de mundo deles e contribui com boas notas na escola. "O João lê muito o livro 'Diário de um Banana' e eu percebi que ele fazia desenhos e criava diálogos. Então dei a ele um caderno em branco e logo ele começou a fazer o livro", explica.

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