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Terça-feira, 26/11/2019 - 15h23

Mulheres atendidas pela Prefeitura de São Luís participam de ciclos de vivência sobre violações de direitos

Ação integra a campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência" e visa fortalecer a rede de proteção às mulheres na capita a partir de políticas públicas da gestão do prefeito Edivaldo

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Da Redação - Agência São Luís

Mulheres atendidas pela Prefeitura de São Luís participam de ciclos de vivência sobre violações de direitosAtividades pelo fim da violência contra mulher entram em pauta durante a campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência", voltada para as mulheres acompanhadas e atendidas pela Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas). Na tarde de segunda-feira (25), no Solar Cultural Maria Firmina, foi promovido o 1º Encontro do Ciclo de Vivência voltado para mulheres que experienciam no contexto familiar algum tipo de violação de direito, como a violência doméstica. Participaram do encontro o público atendido pelos cinco Centros de Referência Especializada de Assistência Social (Creas) e Centro de Referência da Assistência Social (Cras) da Liberdade. A ação fortalece as políticas públicas da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior voltadas para o combate à violência de gênero.

“É importante destacar que a Prefeitura, por meio da Semcas tem participado ativamente da Rede de Proteção da Mulher no Município, e por meio de suas ações de prevenção, capacitação e empoderamento, principalmente, nas cinco unidades de Creas, tem fortalecido o coletivo de mulheres para que se reconheçam cada vez mais fortes na denúncia de qualquer forma de violência. O comprometimento da gestão do prefeito Edivaldo tem sido contribuir para a quebra desse círculo perverso de violência, dando prioridade através da Política de Assistência Social ao atendimento de mulheres nas diversas comunidades”, explicou o secretário adjunto de Proteção Social da Semcas, Alfredo Lima.

Esse é segundo ano que a Semcas proporciona o evento com uma linguagem mais informal, como uma roda de conversa, onde as participantes puderam, abertamente, falar das suas histórias e trocar experiências. A data escolhida para o primeiro encontro marca o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher. Ainda serão realizados mais dois Ciclos de Vivência ao longo da campanha.

Antônia Pires, 37 anos, técnica de enfermagem e acompanhada com a filha de 15 anos pelo Creas Coroadinho. Ela afirma que nesse espaço encontrou o apoio necessário para não desistir de buscar por justiça. “Às vezes nós desacreditamos do sistema de justiça porque nos sentimos impotentes diante das coisas que acontecem. A equipe do Creas tem ajudado a gente a não desistir e a presença deles tem sido fundamental para continuarmos em busca dos nossos direitos, não é fácil, no meio do caminho vamos perdendo a esperança, mas aqui estamos e vamos continuar”, desabafou Antônia.

Os Creas, por meio dos serviços que desenvolvem, promovem ou articulam a inclusão e proteção social a indivíduos e/ou famílias que se encontram em situações de violação de direitos e de violência expressa em maus-tratos, negligência, abandono, discriminações, dentre outras. São ofertados serviços de informação, orientação, apoio e inclusão social, visando à garantia e defesa de direitos a indivíduos.

PROGRAMAÇÃO

A programação da campanha ainda inclui ações dentro dos próprios territórios de atuação dos Creas como a roda de conversa com a juíza  Lúcia Helena Hulley;  oficina Defesa Pessoal para Mulheres; mesa de diálogo em escola sobre relacionamento abusivo e panfletagem.

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